ESPAÇO ABERTO

18/08/2018

Segurança I

A Assembleia Legislativa instalou no último dia 9 de agosto a Frente Parlamentar de Segurança Pública. A ideia dos parlamentares que lideram a mobilização é manter as discussões sobre o tema da mesma forma que foram evidenciadas durante o período de instalação de Comissão Especial da Segurança Pública. Algumas das propostas discutidas foram sugeridas ao Governo do Estado e já tramitam como projetos de lei que poderão surtir efeitos a médio prazo no combate ao crime organizado.

 

Segurança II

O setor empresarial da Região Metropolitana já deu uma mostra concreta de que é possível reagir através de boas ideias. Uma ação do Instituto Cultural Floresta arrecadou mais de R$ 14 milhões do setor privado. O recurso foi utilizado na aquisição de 1,2 mil pistolas, além de viaturas e outros equipamentos que já estão sendo utilizados pela Brigada Militar e Polícia Civil.

 

Segurança III

Por sugestão a da Comissão Especial, o Projeto de Lei Complementar 129/2018, que cria o Programa de Incentivo ao Aparelhamento da Segurança Pública no Estado (PISEG), recentemente apreciado pelo plenário do Parlamento estadual, poderá incrementar grandes investimentos da iniciativa privada no setor. O próprio Instituto Cultural Floresta comunica que, por meio desta Lei específica, que deduz recursos de ICMS devido pelos empresários, será possível investir em torno de R$ 300 milhões por ano para aquisição de armas e equipamentos de proteção aos operadores da Segurança.

 

Conta de luz I

A conta de luz já aumentou quatro vezes mais que a inflação neste ano. Enquanto o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) entre janeiro e julho ficou em 2,94%, a energia elétrica para as famílias brasileiras subiu 13,79%. A disparada no preço da energia é a soma de uma série de fatores. A elevação da cobrança dos encargos na conta de luz é o principal motivo dos aumentos constantes. Desde 2015 a tarifa subiu mais de 30%.

 

Conta de luz II

Os repasses ao consumidor ainda poderão ser ampliados devido à emendas de alguns parlamentares apresentadas ao texto original da Medida Provisória que autoriza a venda de distribuidoras da Eletrobras. São barganhas dos deputados para aprovação da matéria que contemplam aumento de tarifa social, entre outros penduricalhos. E também da medida tomada pelo Governo Federal em 2012, que reduziu o valor das contas em 30%. Atitude populista momentânea que acabou transferindo o problema para os anos subsequentes, que inevitavelmente estamos enfrentando agora. Esta situação se agrava ainda mais com a estiagem nos rios das principais hidrelétricas brasileiras, causando o efeito chamado risco hidrológico, promovendo um rombo bilionário no setor. Especialistas estimam que nos próximos cinco anos esta conta continue a subir. Ou seja, sempre pesa no bolso do consumidor.

 

Conheças bem seus candidatos e faça escolha consciente. Obrigado pela leitura.

 

Jornalista MTE 13.365 - ederocha42@gmail.com

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