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Alta do ICMS impacta nos preços de combustíveis e gás de cozinha



A partir desta quinta-feira (1.º), os consumidores brasileiros sentirão o impacto do aumento na alíquota do ICMS sobre os combustíveis, aprovado pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) em outubro do ano passado. O ajuste resultará em elevação nos preços da gasolina, óleo diesel e gás de cozinha em todo o país.


No caso da gasolina, a alíquota do ICMS aumentará em R$ 0,15 por litro, passando de R$ 1,22 para R$ 1,37. Com o preço médio da gasolina no Brasil na última semana em R$ 5,56 por litro, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), o aumento para R$ 5,71 representa um acréscimo de 2,69% no valor atual.


Há preocupações adicionais com a possibilidade de aumento nos preços do etanol, contribuindo para uma elevação ainda maior nos custos dos combustíveis, conforme alertado pelo Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lojas de Conveniências do Estado do Paraná (Paranapetro). O etanol anidro registrou um aumento acumulado de 9,35% nas usinas nos últimos 30 dias, segundo dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Universidade de São Paulo (USP).


Para o diesel e o biodiesel, a alíquota do ICMS passará de R$ 0,94 para R$ 1,06 por litro a partir de fevereiro, sendo esperado que o preço médio do diesel S10 ultrapasse os R$ 6, considerando que o valor médio atual em todo o Brasil é de R$ 5,91 por litro.


No caso do gás de cozinha (GLP), o imposto aumentará de R$ 1,26 para R$ 1,41 por quilograma, representando um aumento de R$ 0,16. Com base no preço médio do botijão de 13 kg, que foi de R$ 100,98 na semana passada segundo a ANP, estima-se que o valor atinja cerca de R$ 103,06, refletindo um acréscimo de 2,05%.


Este aumento no ICMS sobre a gasolina é o primeiro desde que a alíquota se tornou uniforme em todos os estados, estabelecida em reais por litro em junho do ano passado. Para o diesel e biodiesel, esta é a segunda elevação de impostos neste ano, após a reintrodução das alíquotas cheias de PIS e Cofins em 1.º de janeiro.








Fonte: Agência Brasil

Foto: Divulgação/Web


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