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RS mantém menor taxa de desocupação da série histórica do IBGE

  • há 2 dias
  • 2 min de leitura
Foto: Reprodução/Web
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O Rio Grande do Sul manteve a menor taxa de desocupação (4%) registrada no Estado em toda a série histórica (iniciada em 2012) do levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número representa uma redução de 1,2 ponto percentual (p.p.) frente ao primeiro trimestre de 2025. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua). O estudo foi realizado a partir de análise de indicadores de trabalho, renda e demais parâmetros socioeconômicos do país.


O secretário estadual de Trabalho e Desenvolvimento Profissional, José Scorsatto, destacou que os resultados refletem a continuidade das políticas públicas voltadas à qualificação profissional, à intermediação de mão de obra e ao fortalecimento das oportunidades de emprego e renda no Estado.


 — Os dados do PNAD mostram que as ações voltadas a potencializar a empregabilidade estão dando resultado. A taxa de desocupação segue a menor da série histórica, a população desocupada reduziu em cerca de 24% se comparado ao trimestre anterior. Vamos seguir atuando para que esses resultados positivos sejam contínuos e, por consequência, a população gaúcha consiga ter acesso ao emprego e à qualificação — disse José Scorsatto.


No primeiro trimestre de 2026, o Rio Grande do Sul apresentou um dos maiores percentuais de empregados do setor privado com carteira assinada no país (80,5%), em um ranking liderado por Santa Catarina (86,7%), seguido de São Paulo (82,1%).


A pesquisa também revelou que o percentual de desalentados – pessoas que gostariam de trabalhar, mas desistiram de procurar emprego – no Estado no mesmo período figurou entre os menores do país (0,7%), atrás apenas de Santa Catarina (0,3%). No Brasil, o número foi de 2,4%. 


O número de pessoas ocupadas no Estado chegou a 5,89 milhões. O nível da ocupação foi estimado em 62,9%, mantendo o Rio Grande do Sul entre os dez estados com os melhores indicadores do país no mercado de trabalho, ocupando o sexto lugar.


Os dados também apontam estabilidade nos índices de informalidade. No período, o Estado registrou 1,78 milhão de trabalhadores ocupados informalmente. Já o contingente de pessoas subutilizadas foi estimado em 526 mil, com taxa composta de subutilização de 8,4% - a sexta menor entre as unidades federativas do país. 


Os indicadores reforçam o cenário de fortalecimento do mercado de trabalho gaúcho, com manutenção de baixos índices de desocupação e estabilidade nos principais parâmetros relacionados à ocupação e geração de renda.





Fonte: SECOM-RS

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